O Preço de Parecer Ultrapassado
Empresas evoluem. O escritório de contabilidade que você abriu na garagem há 10 anos hoje atende multinacionais. O problema é que, se o seu logotipo, o seu site e os seus cartões de visita continuam com a mesma cara de "projeto de garagem", os novos clientes gigantes não vão fechar negócio. A sua casca não reflete mais o tamanho do seu cérebro.
4 Sinais de Que Você Precisa de um Rebranding
- O Seu Produto Mudou: Você começou vendendo sapatos femininos, mas hoje 80% do seu faturamento vem de acessórios masculinos premium. Se a sua marca ainda for cor-de-rosa com fontes delicadas, você está repelindo seu novo público-alvo.
- Vergonha do Próprio Cartão de Visita: Você vai a um evento de networking. Alguém pede o seu contato e você sente uma pontinha de hesitação antes de entregar o cartão ou passar o site, dizendo "ah, não repara no site, a gente tá refazendo". Se você tem vergonha da sua marca, os clientes também terão.
- Expansão Geográfica (Nome Limitante): A "Padaria do Zé de Campinas" faz sucesso e quer abrir filiais em São Paulo e no Rio de Janeiro. O nome hiper-local tornou-se uma âncora. É preciso rebatizar para algo com apelo nacional.
- O "Efeito Amador": O seu concorrente cobra o dobro do seu preço e entrega um serviço pior. Mas ele tem um branding impecável. No cérebro do consumidor irracional, o design bonito é imediatamente associado à alta qualidade do serviço.
O Risco de Mudar Tudo
Um rebranding não é apenas desenhar um novo logotipo. É uma operação cirúrgica. Se você tem uma base de clientes leais, mudar radicalmente o nome e as cores pode gerar repulsa (lembre-se do desastre da nova logo da Gap em 2010). O processo deve ser estratégico, evolutivo (mantendo o DNA) ou revolucionário (quando se quer quebrar com o passado de vez).